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16 de julho de 2014

30 NOMES MAIS ESTRANHOS JÁ VISTOS EM CARTÓRIOS

Você odeia seu nome porque acha ele feio?
Vamos ver os 39 nomes mais esquisitos e hilários registrados em cartório!
Garanto que passará a gostar do seu nome.



1 – Aeronauta Barata


2 – Agrícola Beterraba Areia


3 – Agrícola da Terra Fonseca


4 – Alce Barbuda


5 – Amado Amoroso


6 – Amável


7 – Amazonas Rio do Brasil Pimpã


8 – América do Sul Brasil de Santana


9 – Amin Amou Amado


10 – Antonio Manso Pacífico de Oliveira Sossegado


11 – Antônio Morrendo das Dores


12 – Asteróide Silverio


13 – Bandeirante do Brasil Paulistano


14 – Barrigudinha Seleida


15 – Bispo de Paris


16 – Céu Azul do Sol Poente


17 – Chevrolet da Silva Ford


18 – Dezêncio Feverêncio de Oitenta e Cinco


19 – Dolores Fuertes de Barriga


20 – Esparadrapo Clemente de Sá


21 – Homem Bom da Cunha Souto Maior


22 – Ilegível Inilegível


23 – Inocêncio Coitadinho


24 – Janeiro Fevereiro de Março Abril


25 – Lança Rodometálico de Andrade


26 – Marciano Verdinho das Antenas Longas


27 – Maria Privada de Jesus


28 – Maria Tributina


29 – Maria-você-me-ama


30 – Mimaré Índio Brazileiro de Campos


.

7 de julho de 2014

PALESTRA - CULTURA DA VAIDADE E DO CONSUMO



PARTE DO INÍCIO DA PALESTRA:
"...O que leva as pessoas em geral e as crianças em particular em darem VALOR 
ao consumo e não somente darem valor ao consumo e sim associar o consumo 
à própria IDENTIDADE, ou seja:
Se verem como SERES CONSUMIDORES, não somente por gostarem de comprar mas, 
verem na sua IDENTIDADE DE UM CONSUMIDOR.

VAMOS MAPEAR ESSE TEXTO COM UMA VISÃO AMPLA ONDE VEREMOS TUDO POR ESSA ORDEM:
- A SOCIEDADE
- A INFÂNCIA
- A DIMENSÃO MORAL

Antes de mais nada, a minha proposta é em torno de uma análise salientar que nós 
vivemos numa CULTURA entre vários nomes o que mais se adequá,  
é a CULTURA DA VAIDADE

Vou explicar as razões:

- Vocês sabem que existe uma espécie de "nebulosa semântica" em torno do AMOR PRÓPRIO.

Então, envolve temas como orgulho, fatuidade, honra, altivez, soberba, afetação, 
arrogância e a própria vaidade, são temas que circulam em torno da dimensão AMOR PRÓPRIO..."


Assista a palestra na íntegra pelo youtube:





Palestra de Yves de La Taille no 2º Fórum Internacional Criança e Consumo.

7:00 O que é um vencedor hoje?

9:50 Vergonha X orgulho

11:50 Cultura do Espetáculo

20:20 Valorização: autoridade ou celebridade?

22:10 Porque as pessoas consumem tanto?

Yves de La Taille, é professor titular do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP). Autor de "Moral e ética - dimensões educacionais e afetivas" (Prêmio Jabuti 2007). Atualmente, ministra aulas de Psicologia do Desenvolvimento e desenvolve pesquisa na área de Psicologia Moral.





ANATEL OFICIALIZA NORMA QUE DEVE BARATEAR LIGAÇÕES ENTRE OPERADORAS EM 90%


Na sexta-feira, 4, a Anatel tornou oficial a intenção de diminuir as taxas que cobra das operadoras para que estas derrubem os valores pagos pelos clientes quando ligam para outras operadoras. A agência espera que, até 2019, haja uma redução superior a 90%.

A norma foi publicada no Diário Oficial da União por meio da Resolução nº 639/2014, determinando que os valores de referência usados pelas operadoras passem a estar referenciados a custos e diminuam gradativamente.

Hoje o valor médio pago pelas empresas para promover chamadas entre elas e as concorrentes é de R$ 0,23, mas cairá para R$ 0,02 em 2019. A redução, entretanto, só começará em 2016.

As operadoras não serão obrigadas a repassar os novos valores aos clientes, mas a Anatel acredita que haverá um aumento de competitividade que as force a fazer isso, diminuindo o “efeito clube” - hoje, como os valores de interconexão são altos, os consumidores evitam ligar para outras operadoras.

Fonte: OD

6 de julho de 2014

SOCIOLOGIA - O CASAMENTO COMO FATO AFETIVO (PALESTRA EM VÍDEO)


O casamento é uma das instituições humanas mais difíceis de definir. Ao longo da história, ele serviu nas suas origens como uma maneira de preservar a tribo, passou por uma fase em que servia para preservar o patrimônio de grupos e só muito recentemente na história da humanidade é visto como um fato afetivo.



Para falar desses vários, ângulos do casamento fato social, jurídico, afetivo, cultural, neste primeiro programa do módulo “O casamento como formação da identidade” o psicanalista Ivan Capelato investiga as relações entre o casamento e o nosso psiquismo. E apresenta uma abordagem incomoda e ousada.

Para Capelato, a base afetiva do casamento não é o amor, mas sim a angústia. Angústia que, segundo Freud e Lacan, nos move sempre na busca impossível para preencher um vazio existencial. E que acaba nos trazendo a aliança com o outro.

Por Ivan Capelatto

EXPERIMENTE MOMENTOS DE DESCONEXÃO - TECNOLOGIA E VÍCIO

“Ninguém precisa abandonar a tecnologia, mas é necessário experimentar momentos de desconexão” - Por David Baker

David Baker é a simpatia em pessoa. Ex-editor da versão inglesa da revista Wired, hoje ele continua contribuindo para a revista, mas passa a maior parte de seu tempo dando consultoria e ajudando ou, como ele prefere, provocando as pessoas a viver melhor. David passou a semana no Brasil para ministrar um curso intensivo da School of Life sobre trabalho, relacionamento e simplicidade e o Gizmodo Brasil conversou com ele sobre a maneira como usamos a tecnologia e os impactos da internet na nossa vida.



Sobre os problemas da vida conectada

“Há dois problemas com a tecnologia: ela está crescendo muito rápido e é muito sedutora. E ela vai se desenvolver cada vez mais rápido, por conta da Lei de Moore. Nós estamos tentando disputar uma corrida com a tecnologia para utilizá-la, mas nunca vamos vencer. Então nós precisamos nos reposicionar em relação à tecnologia e perguntar como nós podemos fazer para que ela não seja nosso mestre, mas uma ferramenta. Precisamos fazer com que os avanços tecnológicos sejam a nossa caixa de ferramentas. Se nós temos uma caixa de ferramentas em casa, nós não acordamos e vamos correndo serrar alguma coisa, vamos?

Mas nós acordamos e vamos checar nossas notificações, por exemplo. Então nossa relação com a tecnologia nesse momento é adolescente, é sedutora, nós estamos apaixonados. E agora temos a oportunidade de entrar numa nova fase do nosso relacionamento: entender a tecnologia, compreender o que é viver com ela. Temos que nos perguntar que tipo de seres humanos nós queremos ser e quais são as tecnologias que podem ajudar nesse propósito. Por exemplo: eu não gosto quando as pessoas ficam checando seus telefones quando eu estou falando com elas. Primeiro, porque é desrespeitoso. Porque existe algo de belo na atenção que as pessoas dão umas às outras. E isso é quebrado por um sujeito na Califórnia que juntou alguns algoritmos pra fazer um aplicativo. Veja bem: a tecnologia não é mágica. São só pessoas usando algoritmos bons. Então eu quero uma revolução na qual as pessoas amem a tecnologia, mas a usem mais como uma caixa de ferramentas e menos como um mestre.”

Um conselho para a geração que nasceu na era da tecnologia

“Eu definitivamente não quero que ninguém abandone a tecnologia, a não ser que a pessoa deseje isso. Mas nós sabemos que há momentos na História em que as pessoas abandonaram a tecnologia e encontraram coisas incríveis, como fez Thoreau. Ele resolveu abandonar a vida civilizada para redescobrir suas ligações com a vida e com o mundo. E funcionou para ele. Walden, de Thoreau, é um livro muito interessante para o momento em que vivemos agora. Porque ele fez, de forma completa, algo que podemos fazer num dia.

Eu odeio aconselhar, mas eu gosto de provocar. Eu quero estimular as pessoas, provocá-las. Então eu digo ‘Por que você não tenta em experimento? Por que você não tenta ficar sem entrar no Facebook por doze horas’ e pode ser algo interessante, embora seja meio assustador, mas você vai perceber que ficou menos assustado que imaginou que ficaria. E você pode descobrir como aproveitar essas doze horas. Na próxima vez você pode tentar ficar doze horas sem telefone. Ninguém precisa abandonar a tecnologia, mas é necessário experimentar momentos de desconexão.”

Desconecte-se

“A ideia de sempre estar conectado é uma invenção da banda larga. Eu tenho quase cinquenta anos e eu me lembro de quando a internet era discada. Você se conectava e se desconectava porque era como um telefonema, você telefonava para a internet. Agora nós podemos estar sempre online e assumimos que essa é a maneira correta de usar a internet. Mas às vezes nós deveríamos experimentar ficar offline e ver como nos sentimos. Eu acho que muitas pessoas podem descobrir que de repente elas estão pensando diferente, conversando mais, indo a parques. E eventualmente elas podem pensar ‘E se eu ficar dois dias sem internet?’. Então meu conselho é experimentar. Porque nós somos viciados em internet. As pessoas saem de casa, percebem que esqueceram seus telefones e atravessam a cidade outra vez para buscá-los. Nós também fazemos isso com drogas e isso é péssimo. Então temos que ajudar as pessoas a pensar “Eu esqueci meu telefone em casa e isso não é um desastre”. Porque é só um pedaço de plástico com um computador dentro!

Quando eu era criança, houve um período durante os anos 1970 na Inglaterra em que nós ficávamos sem eletricidade por doze horas. Então eu digo às pessoas para imaginarem um mundo sem eletricidade e a primeira coisa que elas respondem é ‘Jesus!’. Sem televisão. Sem telefone. Imediatamente a nossa conexão com as coisas muda, as conversas mudam. E as pessoas descobrem que a tecnologia é incrível, mas faz com que nós deixemos de descobrir coisas que nós temos que começar a buscar novamente.”

A zona de conforto

“Na palestra que darei sábado, eu vou falar em português. E essa não é minha língua nativa, eu ainda estou estudando português. Eu quero fazer a palestra em português porque eu decidi explorar algo que é novo para mim, quero sair da minha zona de conforto. Saia da sua zona de conforto. Primeiro, você vai ficar ansioso, mas depois novas ideias e novas oportunidades aparecerão. Mas você não vai ver nada disso se ficar na sua zona de conforto. Eu estou ansioso. Talvez meu português seja horrível. Então quero que as pessoas vejam o que eu estou fazendo e quero que isso as inspire a sair de suas zonas de conforto.”

A resposta para a vida, o universo e tudo mais

“Eu não tenho respostas. E eu também não tenho conselhos. Porque a verdade, seja lá o que isso signifique, é que a resposta correta está dentro de nós. A resposta certa para mim não é a resposta certa para você. Então é importante que as pessoas se lembrem: se as respostas existissem, nós poderíamos fazer um google extremo com perguntas como ‘como eu devo viver a minha vida?’ e descobriríamos. Pessoas que dizem que existe uma resposta são charlatões. Porque elas dizem que sabem como a vida deve ser vivida, dizem que sabem quais são as regras. Mas você deve ir além das regras. Mas para algumas pessoas isso é muito atraente, porque elas não vão precisar pensar. Mas para outras pessoas isso é um problema, porque elas parecem ótimas, mas elas não conseguem viver suas vidas de acordo com as regras. E elas não precisam viver assim e nem devem se sentir culpadas e inadequadas por não seguirem as regras. Então eu acho que devemos rejeitar as respostas e substituí-las por provocações. Uma conversa ao vivo é muito diferente de uma conversa por Skype. Temos que entender que há coisas que as pessoas fazem melhor do que a tecnologia.”

Como trabalhar de modo mais inteligente

“Eu acredito que quase todos nós podemos trabalhar menos horas, mas trabalhar de modo mais inteligente. É muito irônico que agora que a tecnologia está aqui para nos ajudar a trabalhar melhor, tanto em Londres quando aqui em São Paulo, as pessoas ainda estejam no escritório depois da meia-noite. Alguma coisa está completamente errada. E há duas razões para isso: a primeira é que o capitalismo encoraja coisas como uma cidade em que metade da população fica nos trabalho até meia-noite e outra metade que sequer tem emprego. Esse é o resultado político do capitalismo e nós temos que mudar esse sistema, temos que mudar a forma como distribuímos o trabalho e o dinheiro. Eu gostaria que todas as pessoas trabalhassem só metade da semana. Mas a questão é: o que vamos fazer quando as pessoas trabalharem menos e ganharem menos? É um debate incrível e não é nada novo. Eu acho que nós podemos trabalhar menos e de forma mais inteligente fazendo duas coisas: a primeira é se desconectar da tecnologia e da internet.

Um dos maiores desafios para se trabalhar de forma inteligente são as interrupções que a tecnologia traz. Há e-mails chegando o tempo inteiro. Você está trabalhando, pensando e de repente chega um e-mail e então o trabalho fica mais lento. Há estudos que dizem que o trabalho fica oito vezes mais lento. Então nós precisamos trabalhar oito vezes mais tempo, mas temos que produzir as mesmas coisas que fazíamos antes e as pessoas acabam levando trabalho para casa. Se você parasse de olhar seus e-mails, acabaria tudo que tem fazer muito mais cedo. Nós poderíamos oferecer às pessoas a oportunidade de trabalhar rápido e de forma inteligente e depois irem para casa ou explorar novos projetos. Se você acabasse seu serviço mais cedo, poderia usar o resto do dia para fazer o que quisesse porque boas ideias vêm desse tipo de exploração.

E a segunda coisa sobre o mercado de trabalho é que a maior parte do trabalho é completamente inútil. Eu escrevo um relatório para alguém e ele envia o documento ara uma terceira pessoa e depois nós três vamos fazer uma reunião para discutir o relatório, enquanto uma quarta pessoa escreve uma versão do relatório que será enviada para dez outras pessoas. Essa é a descrição do trabalho de muitas pessoas. Nós precisamos olhar para o mercado de trabalho e perceber que rituais que parecem ser obrigatórios são na verdade invenções que nós poderíamos “desinventar”. Assim como poderíamos desinventar o conceito de estar sempre online. Precisamos ser mais questionadores, sobre nós mesmo e sobre o nosso trabalho. Por que estamos tendo essa reunião? Por que eu escrevo esses relatórios? Por que eu faço isso desse jeito? Temos que responder essas perguntas. Eu suspeito que no mercado de trabalho nos fazemos suposições demais. Fazemos suposições importantes que estão erradas. Por exemplo, nós supomos que quanto mais horas trabalharmos, melhor estaremos trabalhando. Na verdade, quanto mais horas eu trabalho, pior fica a minha vida pessoal, todos nós sabemos que isso é verdade.”

ANIMAIS A BORDO DA ARCA


O problema não é só um casal de Cangurus, percorrerem centenas e mais centenas de quilômetros até o Oriente Médio pra entrarem a bordo da arca de noé.



O problema é como atravessaram um oceano e tiveram como se fosse uma espécie de GPS na mente pra chegar no "endereço" certo.
kkkkkkkkkkkkkkkkk


Os Ursos polares ainda devem ter vindo em cima de um pedaço de gelo flutuando pelo mar. rs


Se fosse eu, me perderia. rs
Evoluídos eles né?

LUZ


"O inferno é aqui, que prende a Luz do Verdadeiro Portador do Archote, lugar que se faz iludir os homens de baixo conhecimento e que estes, através da ignorância e da inércia, são facilmente enganados pelo conceito de quem é do bem."


Oras, Ele é o Archote!
É o meu Amigo também.

Heterônimo: Louis Vendramel

5 de julho de 2014

NOVO ÁLBUM DO PINK FLOYD -THE ENDLESS RIVER, LANÇA EM OUTUBRO


De acordo com a Esposa do Guitarrista David Gilmour, Polly Samson, postou algo que possivelmente vazou pelo twitter nessa manhã.

Btw Pink Floyd álbum em outubro é chamado de 'O rio sem fim'", Polly Samson twittou. 
"Com base em 1.994 sessões o canto do cisne de Rick Wright é muito lindo ."


Se os relatos são verdadeiros, "O Rio Sem Fim" viria bem a tempo de celebrar o 20 º aniversário do último álbum da banda de 1994, "The Division Bell"; o material "novo" teria sido registrado em torno do mesmo tempo. Gilmour tem atualmente um álbum solo; nenhuma palavra sobre se Roger Waters teria sido citada mas, sua última aparição em um registro do Pink Floyd, foi em 1983 com "The Final Cut", e ele supostamente tem um novo álbum solo em a caminho.



O tecladista Rick Wright - cuja participação no Pink Floyd flutuou ao longo dos anos, graças a uma breve saída, em 1979, decorrente de confrontos com Waters durante a gravação de "The Wall", um período como músico de sessão ao vivo, enquanto a banda excursionou esse álbum, e uma reentrada oficial para a banda na época "Division Bell" foi lançado - morreu aos 65 anos de câncer em 2008.

Aguardamos as novidades!

VÍDEOS









2 de julho de 2014

QUE O "URGENTE", NÃO TE IMPEÇA DE SE PREOCUPAR COM O IMPORTANTE

PARA AMPLIAR AS IMAGENS BASTA CLICAR NELAS




30 de junho de 2014

ORKUT SERÁ DESATIVADO NESTE ANO




É oficial: o Orkut será desativado em 30 de setembro deste ano, conforme anúncio feito pelo Google na manhã de hoje.. A partir desta segunda-feira, já não é mais possível abrir contas no serviço.

A empresa pede desculpas aos usuários pela atitude, mas afirma que ela é necessária porque o Orkut deixou de ser relevante, graças ao surgimento de plataformas melhores.

“Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo”, comenta o diretor de engenharia do Google, Paulo Golgher. “O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.”

Confira abaixo o texto, intitulado Adeus ao Orkut ”:

Dez anos atrás, o Google mergulhou pela primeira vez nas redes sociais por meio do Orkut, que nasceu como projeto experimental de um engenheiro que deu nome à rede. As comunidades do Orkut deram forma a conversas e conexões que até então não existiam, antes mesmo que as pessoas soubessem o que eram "redes sociais".

Ao longo da última década, YouTube, Blogger e Google+ decolaram, com comunidades surgindo em todos os cantos do mundo. O crescimento dessas comunidades ultrapassou o do Orkut. Por isso, decidimos dizer adeus ao Orkut e concentrar nossas energias e recursos para tornar essas outras plataformas sociais ainda mais incríveis para todos os usuários.

O Orkut será descontinuado no dia 30 de setembro de 2014. Até lá, não haverá impacto para os atuais usuários, para que a comunidade tenha tempo de lidar com a transição. Usuários podem exportar as informações do seu perfil, mensagens de comunidades e fotos usando o Google Takeout (disponível até setembro de 2016). A partir de hoje, novos usuários não podem criar novas contas no Orkut.

O Orkut pode estar indo embora, mas todas as incríveis comunidades criadas pelos usuários vão ficar. Um arquivo com todas as comunidades públicas ficará disponível online a partir de 30 de setembro de 2014. Se você não quiser que seu nome ou posts sejam incluídos no arquivo de comunidades, você pode remover o Orkut permanentemente da sua conta Google.

Foram 10 anos inesquecíveis. Pedimos desculpas para aqueles que ainda utilizam o Orkut regularmente. Esperamos que vocês encontrem outras comunidades online para alimentar novas conversas e construir ainda mais conexões, na próxima década e muito além.

Fonte: OD

MENTIRA NA REDE


O que está acontecendo com as mulheres que fazem tratamento em fotos nos seus perfis de Facebook?

Medo da rejeição masculina?
Baixa estima?
Concorrência feminina?
Futilidade?

Fora que a moda de fazer biquinhos e espremer a face como se estivesse com dor de barriga é o que mais se vê...

A "coisa" é tão séria, que segundo fontes fidedignas, os homens andam com medo de conhecer uma mulher pela internet:

Se tem rugas o photoshop resolve.
Te há mancha na pele photoshop resolve.
Se está velha photoshop resolve.
Se é gorda photoshop resolve.

Outro dia, vi a foto de um mulher que conheço pessoalmente e que é gorda e ela postou uma foto com cintura de pilão e esqueceu de deixar as mãos magras... Pasmem... Quase na casa dos sessenta anos...

É isso mesmo:
- As piores são as Vovós!

Acho que muitas mulheres se tornaram uma imagem virtual, porque não creio que diante de tantas mentiras que inventam em suas aparências, teriam a cara de pau de marcar um encontro com algum homem.

Isso me soa necessidade de tratamento psicopatológico!
Não é possível tanta carência afetiva fazer esse tamanho estrago!

Por: Val Qic

29 de junho de 2014

OBRIGADA PELA VISITA

Agradeço a todos que desde ontem se permaneceram na leitura dos artigos postados aqui.
É... Há como eu saber quantas pessoas estão aqui a cada minuto se eu desejar.
Não sei quem são mas, sei que passam por aqui.
E, eu as agradeço.
Porque eu vivia enfornada só em Facebook...
Tudo o que é demais enjoa... rsrsrs

Agora peguei esse blog pra postar de forma contínua!
Fui movida pelo sentimento de gratidão a todos vocês por estarem aqui.



Muito Obrigada!
Bom Domingo a todos!
Beijinho.
Val

INTOLERÂNCIA RELIGIOSA - Por Drº Drauzio Varella

Sou ateu e mereço o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.
A humanidade inteira segue uma religião ou crê em algum ser ou fenômeno transcendental que dê sentido à existência. Os que não sentem necessidade de teorias para explicar a que viemos e para onde iremos são tão poucos que parecem extraterrestres.
Dono de um cérebro com capacidade de processamento de dados incomparável na escala animal, ao que tudo indica só o homem faz conjecturas sobre o destino depois da morte. A possibilidade de que a última batida do coração decrete o fim do espetáculo é aterradora. Do medo e do inconformismo gerado por ela, nasce a tendência a acreditar que somos eternos, caso único entre os seres vivos.
Todos os povos que deixaram registros manifestaram a crença de que sobreviveriam à decomposição de seus corpos. Para atender esse desejo, o imaginário humano criou uma infinidade de deuses e paraísos celestiais.
Jamais faltaram, entretanto, mulheres e homens avessos à interferências mágicas em assuntos terrenos. Perseguidos e assassinados no passado, para eles a vida eterna não faz sentido. Não se trata de opção ideológica: o ateu não acredita simplesmente porque não consegue. O mesmo mecanismo intelectual que leva alguém a crer leva outro a desacreditar.
Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão, devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças alheias.
Que sentido tem para um protestante a reverência que o hindu faz diante da estátua de uma vaca dourada? Ou a oração do muçulmano voltado para Meca? Ou o espírita que afirma ser a reencarnação de Alexandre, o Grande? Para hindus, muçulmanos e espíritas esse cristão não seria ateu?

Na realidade, a religião do próximo não passa de um amontoado de falsidades e superstições. Não é o que pensa o evangélico na encruzilhada, quando vê as velas e o galo preto? Ou o judeu quando encontra um católico ajoelhado aos pés da virgem imaculada que teria dado à luz ao filho do Senhor? Ou o politeísta, ao ouvir que não há milhares, mas um único Deus?

Quantas tragédias foram desencadeadas pela intolerância dos que não admitem princípios religiosos diferentes dos seus? Quantos acusados de hereges ou infiéis perderam a vida?
O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções. Não é outra a razão que os fez apropriar-se indevidamente das melhores qualidades humanas e atribuir as demais às tentações do diabo. Generosidade, solidariedade, compaixão e amor ao próximo constituem reserva de mercado dos tementes a Deus, embora em nome d’Ele sejam cometidas as piores atrocidades.
Os pastores milagreiros da TV, que tomam dinheiro dos pobres, são tolerados porque o fazem em nome de Cristo. O menino que explode com a bomba no supermercado desperta admiração entre seus pares, porque obedeceria aos desígnios do Profeta. Fossem ateus seriam considerados mensageiros de satanás.
Ajudamos um estranho caído na rua, damos gorjetas em restaurantes nos quais nunca voltaremos e fazemos doações para crianças desconhecidas, não para agradar a Deus, mas porque cooperação mútua e altruísmo recíproco fazem parte do repertório comportamental não apenas do homem, mas de gorilas, hienas, leoas, formigas e muitos outros, como demonstraram os etologistas.
O fervor religioso é uma arma assustadora, sempre disposta a disparar contra os que pensam de modo diverso. Em vez de unir, ele divide a sociedade — quando não semeia o ódio que leva às perseguições e aos massacres.
Para o crente, os ateus são desprezíveis, desprovidos de princípios morais, materialistas, incapazes de um gesto de compaixão, preconceito que explica por que tantos fingem crer no que julgam absurdo.
Fui educado para respeitar as crenças de todos, por mais bizarras que a mim pareçam. Se a religião ajuda uma pessoa a enfrentar suas contradições existenciais, seja bem-vinda, desde que não a torne intolerante, autoritária ou violenta.
Quanto aos religiosos, leitor, não os considero iluminados nem crédulos, superiores ou inferiores, os anos me ensinaram a julgar os homens por suas ações, não pelas convicções que apregoam.

O MARKETING DA LOUCURA - DOCUMENTÁRIO

O Marketing da Loucura é o documentário definitivo sobre a indústria de drogas psiquiátricas.
Aqui está a verdadeira história da parceria altamente rentável entre a psiquiatria e as companhias farmacêuticas que criou um centro de lucros de 80 bilhões de dólares com psicofármacos.


Mas as aparências enganam. O quão válidos são os diagnósticos de psiquiatras quão seguros são seus medicamentos?
Cavando fundo por baixo do verniz corporativo, este documentário expõe a verdade por trás das tramas e esquemas de marketing e da farsa científica que escondem campanhas perigosas e muitas vezes mortais de vendas.

Neste filme você vai descobrir que ... Muitos dos efeitos colaterais dos medicamentos podem realmente fazer a sua "doença mental" piorar. Medicamentos psiquiátricos podem induzir à agressão e depressão. Alguns medicamentos psicotrópicos receitados à crianças são mais viciantes do que cocaína.
Diagnósticos psiquiátricos parecem ser baseados na ciência duvidosa. Dos 297 transtornos mentais contidos com o Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, nenhum pode ser objetivamente medido por testes patológicos.


Sintomas da doenças mentais no âmbito desse Manual são arbitrariamente atribuídos por um sistema de votação subjetiva por uma comissão de psiquiatrias. Estima-se que 100 milhões de pessoas no mundo usam drogas psicotrópicas.

O Marketing da Loucura expõe a insanidade real em nosso sistema "de saúde" psiquiátrica: um esquema orientado só para lucros, às custas do desrespeito aos direitos humanos.

Este filme mergulha em uma indústria corrompida pela ganância corporativa e oferece um aviso chocante dado por especialistas corajosos que valorizam a saúde pública mais que o dinheiro.

Título original:
The Marketing of Madness: The Truth About Psychotropic Drugs


OS ABSURDOS DA FLUORETAÇÃO DAS ÁGUAS - DOSSIÊ COMPLETO

Dossiê completo sobre a Fluoretação da água...Acorde!!!



A fluoretação das águas é um fenômeno tipicamente norte-americano. Inicia lá nos tempos em que o asbesto (nt.: amianto, entre nós) era a base de nossas tubulações, o chumbo era acrescentado à gasolina, os PCB’s (nt.: askarel, nome mais comum) enchiam nossos transformadores elétricos e o DDT era tido como “seguro e efetivo”. E de tal forma este veneno era “seguro” que os agentes sanitários nem tonteavam quando aplicavam em nossas crianças, sentadas em sala de aula ou nas mesas rústicas dos pic-nics escolares. E um por um estes químicos foram sendo, progressivamente, banidos. 
Só a fluoretação permanece incólume. 


Por mais de cinqüenta anos, os encarregados públicos governamentais, presunçosa e entusiasticamente, clamam de que a fluoretação é “segura e efetiva”. Entretanto, eles são tão superficiais que nem se sentem preparados para defender esta prática em quaisquer debates públicos abertos. Hoje são tantos os argumentos contra este método que este confronto poderia virar uma catástrofe. Simplificando as coisas, só isto já ajuda a separar ética de argumentos científicos.

Para aqueles que estão conectados com os fatos éticos, a questão da fluoretação torna-se muito simples de resolver. Ela é completamente não-ética. Pessoas serem forçadas a tomar uma determinada medicação sem terem tido a mínima chance de dar seu “consentimento consciente”, já esclarece tudo.

A má notícia para todos é que argumentos éticos não têm muita influência em Washington, DC, a não ser se os políticos se conscientizem que são milhões as pessoas que olham para eles. Já a boa nova é de que os argumentos éticos estão apoiados em sólidos argumentos do senso comum e de pesquisas científicas que demonstram convincentemente de que a fluoretação não é “segura e efetiva” e nem tampouco necessária. A seguir, sumariei os argumentos em diversas categorias:

A fluoretação é antiética porque:

- Viola o direito individual de só se ser medicado com consentimento consciente;

- A municipalidade não pode controlar a dose para cada paciente;

- A municipalidade não consegue acompanhar a resposta individual de cada munícipe;

- Ignora o fato de que algumas pessoas são mais vulneráveis do que outros aos efeitos tóxicos do flúor. De que algumas pessoas poderão estar sofrendo enquanto outras podem se beneficiar; e

- Viola o Código de Nuremberg com relação a experimentos feitos em humanos.

Como declarado pelo recente ganhador do Prêmio Nobel da Medicina (2000), Dr. Arvid Carlsson: “Estou efetivamente convencido de que a fluoretação da água, num futuro não muito distante, será remetida às páginas da história da medicina ... A fluoretação da água vai contra os princípios básicos da farmacoterapia que sai do receituário esteriotipado da medicação do tipo – uma cápsula três vezes ao dia – muito mais para uma terapia individualizada onde se coaduna dosagem e seleção do fármaco. Já a adição de drogas à água potável significa exatamente o contrário desta visão terapêutica individualizada.”

Já o Dr.Peter Mansfield, médico inglês e assessor do Conselho Superior do atual governo no processo de revisão do processo de fluoretação, afirma: “Nenhum médico em seu juízo perfeito, prescreverá a uma pessoa que jamais encontrou e que nem conhece seu histórico médico, uma substância que está destinada a criar condições de alterações orgânicas com a seguinte receita: ‘utilize na quantidade que quiser e será para o resto de sua vida tendo em vista de que algumas crianças sofrem cáries dentárias’. Isto é uma postura absurda.”

A fluoretação é desnecessária porque 

- As crianças podem ter dentes perfeitamente sadios sem serem expostas ao flúor;

- Seus promotores (Centers of Disease Control/CDC-USA-Centros de Controle de Doenças/EUA – 2001) admitem que os benéficos são pela aplicação tópica e não sistêmica. Assim, introduzir flúor nas pastas de dente, como está hoje disponível em todo o planeta, é uma ação muito mais racional de aplicar flúor a um órgão específico (dentes) enquanto minimiza a exposição ao restante do organismo;

- A maioria dos povos na Europa ocidental rejeitou a fluoretação da água e alcançou igual, ou talvez maior, sucesso do que os norte-americanos no manejo dos problemas dentários;

- Se quantidades de flúor fossem necessárias para se ter dentes fortes poder-se-ia esperar encontrá-lo no leite materno, no entanto seu nível é de 0,01 ppm, ou seja, 100 vezes menor do que o presente no mesmo volume de água fluoretada;

- As crianças que são de comunidade sem fluoretação já recebem doses assim chamadas “ótimas”, originárias de outras fontes (Heller et al, 1997). E, de fato, muitas são até superexpostas ao flúor.

A fluoretação é ineficaz porque 

- Os maiores pesquisadores dentais afirmam que os benefícios da fluoretação são pela aplicação tópica e não sistêmica (Fejerskov, 1981; Carlos, 1983; CDC, 1999, 2001; Locker, 1999; Featherstone, 2000);

Os pesquisadores dentais mais destacados afirmam também que a fluoretação é ineficaz para prevenir cáries e fissuras dentais e que representam 85% dos problemas de dentes apresentados por crianças (JADA, 1984; Gray, 1987; White, 1993; Pinkham, 1999);

- Uma série de pesquisas demonstrou que os problemas dentais caem rápido, se não vertiginosamente, em países industrializados sem fluoretação do que naqueles que são flouretados (Diesendorf, 1986; Colqhoun, 1994; World Health Organization, Online);

- A mais longa pesquisa conduzida nos USA, demonstrou que havia somente uma diminuta diferença nos problemas dentais entre crianças que viveram toda sua vida em comunidades com fluoretação comparadas com aquelas em que não havia. A diferença não teve significância clínica nem mostrou ser estatisticamente significativa (Brunelle & Carlos, 1990);

- A pior situação de problemas dentais nos USA ocorre nas periferias de suas grandes cidades, e a vasta maioria delas recebeu fluoretação durante décadas;

- Quando a fluoretação foi suspensa na Finlândia, na antiga Alemanha Oriental, Cuba e Canadá, os problemas dentais não cresceram, mas diminuíram (Maupome et al, 2001; Kunzel e Fischer, 1997; Kunzel et al, 2000; Seppa et al, 2000).

A fluoretação é insegura porque 

- Ele se acumula em nossos ossos e torna-os quebradiços e predispostos à fraturas. O peso das evidências, vindas de pesquisas com animais, estudos clínicos e epidemiológicos sobre este tema, é gigantesco. O tempo de vida de exposição ao flúor contribuirá para maiores níveis de fraturas ósseas na maturidade;

- Acumula-se em nossa glândula pineal, possivelmente diminuindo a produção de melatonina, importantíssimo hormônio regulador de nossas funções orgânicas;

- Agride o esmalte dos dentes (fluorose dental) das crianças, em altos percentuais. Entre 30 e 50% das crianças têm fluorose dental, em pelo menos dois dentes, em comunidades com ótimo serviço de fluoretação;

- Há uma séria preocupação, ainda não comprovada, de uma possível conexão entre a fluoretação e a osteosarcoma em homens jovens (Cohen, 1992) assim como com as epidemias atuais de atrite e hipotireoidismo;

- Em pesquisas com animais, o emprego de flúor a 01 ppm em água potável aumenta o direcionamento de alumínio para o interior do cérebro (Varner et al, 1998);

- Países que empregam de 03 ppm ou mais de flúor no fornecimento de água apresentam maiores níveis de infertilidade (Freni, 1994);

- Em estudos humanos, os agentes da fluoretação mais comumente utilizados nos USA, não só incrementam a presença do chumbo no sangue das crianças (Masters e Coplan, 1999, 2000) como também estão associados ao aumento de seu comportamento violento;

- A margem de segurança entre o assim chamado benefício terapêutico na redução dos problemas dentais e muitos destes últimos pontos é ainda não existente ou muito baixa tendo como parâmetro a precaução.

A fluoretação é injusta porque 

- O fornecimento atinge todas as residências, mas é a população mais pobre a que não tem meios para evitá-la, caso quisessem, porque não tem recursos para adquirir água de fontes minerais ou dispor de capital para instalar algum caro equipamento para removê-la;

- Os pobres são mais suscetíveis de sofrer desnutrição, reconhecidamente uma realidade que torna as crianças mais vulneráveis aos efeitos tóxicos do flúor (Massler e Schour, 1952; Marier e Rose, 1977; ATSDR, 1993; Teotia e al, 1998);

- Muito raramente, se é que isto ocorre, os governos se oferecem para apoiar aqueles que não dispõem de nenhum recurso financeiro para tratarem de fluoroses tão severas que exigiriam um dispendioso tratamento.

A fluoretação é ineficiente e com custo não efetivo porque 

- Somente uma pequena parte da água fluoretada alcança seus objetivos. A maior parcela termina sendo utilizada para limpeza de pratos e talheres, para a descarga dos vasos sanitários ou para irrigar gramados e jardins;

- Seria totalmente proibitivo, em termos de custos, a utilização do produto graduado farmaceuticamente, o fluoreto de sódio (a substância que foi empregado para testes), como agente para fluoretação no fornecimento público de água encanada. A fluoretação da água é artificialmente barata. Isto porque, e a maioria da população desconhece, o agente empregado para a fluoretação é um resíduo, impuro e perigoso, originário da indústria de fertilizantes ao produzir o adubo fosfato;

- Se foi considerado apropriado ingerirmos flúor (ainda que seu maior benefício seja de forma tópica e não sistêmica), uma forma mais segura e de custo efetivo seria providenciar água fluoretada, engarrafada e disponível, gratuitamente, nas prateleiras dos supermercados. Esta solução possibilitaria controlar tanto a qualidade como a dose. Além do mais, não poria “goela abaixo” daqueles que não querem consumi-la.

A fluoretação é promovida de forma anti-científica porque 

- Em 1950, o Serviço de Saúde Pública dos USA endossou entusiasticamente a fluoretação antes mesmo de que uma simples experimentação tivesse sido completada;

- Ainda que se tenha muito mais fontes de flúor hoje do que se dispunha em 1945, a assim chamada “ótima concentração” de 01 ppm permaneceu inalterada;

- O Serviço de Saúde Pública dos USA nunca se sentiu obrigado a monitorar os níveis de flúor em nossos ossos mesmo que soubesse, por anos, que 50% do que ingerimos a cada dia acumule-se aí;

- Os responsáveis públicos que promovem a fluoretação nunca se dispuseram a avaliar os níveis de fluorose dental que as comunidades passaram a ter depois deste processo ainda que eles saibam que este nível indica se a criança está tendo ou não uma superdose;

- Nenhuma agência pública dos USA contestou a pesquisa feita por Luke de que o flúor se acumula na glândula pineal, mesmo após a publicação do Resumo, em 1994, de sua tese de Ph.D em 1997. Apresentou seu trabalho em uma conferência internacional da Society for Fluoride Research, em 1998, tendo sua última publicação em 2001 na Caries Research;

- Os relatórios da CDC (Centers of Disease Control dos USA) de 1999 e 2001, advogam a fluoretação, estando ambos desatualizados em, pelo menos, seis anos em termos de pesquisas que a questionam quanto à preocupação em relação à saúde.

A fluoretação é indefensável em quaisquer debates públicos

Os proponentes da fluoretação das águas recusam-se a defender esta prática em debates abertos porque sabem que perderão. A vasta maioria dos responsáveis públicos pela saúde, em todos os USA e em outros países que promovem a fluoretação, baseia-se em informações de assessores sem fundamentação científica em vez de realizarem eles mesmos consultas nas publicações científicas mais atualizadas.

Estas informações, de segunda mão, produzem inconsistência em seus discursos quando são desfiados a defenderem suas posições. Suas opiniões estão mais baseadas na fé do que na razão.

Aqueles que estão com os cordéis destes marionetes da saúde pública nas mãos, sabem destes fatos. Cinicamente contam com o tempo e esperam que estes marionetes continuem tolas, recitando esta longa ladainha de “autoridades” que sustentam a fluoretação em vez de se engajarem nos fatos incontestáveis.

Como Brian Martin tornou claro em seu livro “Scientific Knowledge in Controversy: The Social Dynamics of the Fluoridation Debate” (1991) {O Conhecimento Científico em Controvérsia: A dinâmica social do debate sobre a fluoretação}, a promoção da fluoretação está fundada no exercício do poder político e não em análises racionais. A questão a responder então é : “porque o Serviço Público de Saúde escolhe exercer seu poder desta forma ?”.

As motivações, especialmente aquelas que são exercidas há muitas gerações de formadores de opinião, são sempre difíceis de determinar. Entretanto, intencionalmente ou não, a fluoretação serviu para nos desviar de uma série de fatos marcantes. Desconectou-nos:

- A omissão de um dos países mais ricos do mundo em prover cuidados dentais decentes para sua população pobre;

- A falência de 80% dos dentistas norte-americanos que atendem as crianças pelo sistema “Medicaid”;

- O fracasso da comunidade de saúde pública em combater o imenso super-consumo por nossas crianças, dos alimentos açucarados, vai a tal ponto de fazermos vista grossa à indiscriminada invasão de máquinas com refrigerantes nos prédios de nossas escolas. Esta atitude parece estar mais associada à nossa crença como se o flúor interrompe todos problemas dentais. Porque então se estressar controlando esta farta ingestão de açúcares;

- A omissão de se tratar adequadamente os efeitos ecológicos e de saúde pública gerados pela poluição do flúor originário da grande indústria. Apesar dos danos já causados, e que permanece causando, por esta poluição, poucos são os ambientalistas que consideram o flúor como efetivamente “poluente”;

- A omissão da U.S.EPA (nt.: Environmental Protection Agency-Agência de Proteção Ambiental dos USA) em desenvolver um Nível Máximo de Contaminação para o flúor na água e que pudesse ser cientificamente aceito;

- A verdade é que mais e mais compostos organofluorados estão sendo introduzidos no mercado na forma de plásticos, fármacos e agrotóxicos. Apesar do fato de que alguns destes compostos ofereçam mais ameaças tanto à nossa saúde como ao ambiente do que seus parentes, os clorados e os compostos de bromo, as organizações e agências governamentais que deveriam agir para limitar a disseminação global destes outros produtos halogenados, parecem estar completamente cegas para os perigos trazidos por estes compostos organofluorados. Vale a ressalva de que são muitíssimo mais persistentes e lipossolúveis do que os outros comparsas, acumulando-se tanto na cadeia alimentar como em nossos tecidos adiposos.

Assim se a fluoretação não é efetiva e nem segura, sua continuação serve como um véu para muitos interesses que sugam seus lucros em cima da desinformação do público a respeito do flúor.

Infelizmente, as instituições públicas têm colocado muita de sua credibilidade na defesa da fluoretação. Mas está se tornando muito difícil a seus prepostos falarem, honesta e abertamente, sobre este assunto. Como foi com a amálgama de mercúrio, é muito complicado para instituições como a American Dental Association (nt.: Associação Norte-americana de Odontologia) reconhecer os riscos sobre a saúde já que isto poderá dar margens a ações de responsabilidade tão logo declarem algo a respeito.

Mesmo que ainda seja muito difícil, não se pode esquecer o que é essencial, a proteção de milhões de pessoas a esta agressão desnecessária. O governo norte-americano deve começar a agir e sair deste anacrônico, e crescentemente absurdo, status quo em que se transformou este assunto. Mas existem precedentes. Estão prontos a fazer o mesmo com a terapia de reposição hormonal.

Mas arrancar-se qualquer ação honesta do governo dos USA nesta área, será bem difícil. Efetivar mudanças é como fazer uma ranhura numa madeira. A ciência pode fazer isto. No entanto nós precisamos é do peso de uma massa crítica da população para podermos exigir isto para o nosso dia-a-dia. Aí poder-se-á exigir esforços consistentes no sentido de se educar a população norte-americana para então contar com seu auxílio para exercermos pressões sobre nossos representantes políticos.

Finalmente o que necessitamos é uma moratória quanto à utilização do flúor na água (o que significaria somente se fechar a torneira da fluoretação, por alguns meses) até haver um grande encontro público para se ouvir os pontos chaves expressados pelo testemunho de cientistas de ambos os lados. Com a questão da educação estamos numa tal condição, a melhor do que qualquer outra anterior. A maioria dos estudos fundamentais estão completamente disponíveis na Internet (www.slweb.org/bibliografy.html) assim como há entrevistas gravadas em vídeo cassete com muitos dos cientistas e protagonistas cujos trabalhos são muitíssimo importantes para a atual reavaliação desta questão (ver vídeos em www.fluoridealert.org).

Com estas novas informações, mais e mais comunidades estão rejeitando novas propostas de fluoretação a nível local. A nível nacional, existem alguns passos prenhes de esperança, como a contestação da EPA Headquarters Union (nt.: União do Conselho Superior da EPA) posicionando-se contra a fluoretação e o Sierra Club peticionando uma nova reavaliação desta matéria. Entretanto, ainda há necessidade de colossal ação de outros grupos nacionais envolvendo-se no sentido de tornar este um assunto que, desesperadamente, precisa ser de interesse nacional.

Espero que os leitores deste site (RedFlagsWeekly.com de 28.11.2002) que discordem do que disse aqui, manifestem-se, refutando com seus argumentos. Se não puderem, espero então que ultrapassem este barreira e cooperem para que se finalize políticas, das mais tolas, que se impingiu ao cidadão norte-americano. Este é o tempo de parar com esta loucura de fluoretar a água, sem mais delongas. Não será nada fácil. A fluoretação representa um poderosíssimo poder de um “sistema de crença” acalentado por grandes interesses além de ser resguardo por poderes e influências entrincheirados no âmago do governo.